| A Questão do Micro-Crédito |
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Tal como em outros temas, o foco de atenção é o de participar e/ou desenvolver estudos, propostas de políticas e “advocacy” (defesa) de iniciativas de apoio ao desenvolvimento deste segmento social. Nesta direção, a FGEB é reconhecida como detentora de uma certa expertise nesta área. Entre os anos de 1989 e 1992, a FGEB participou de vários eventos (seminários e fóruns) que reuniam pesquisadores universitários e operadores de programas de micro-crédito, tanto governamentais como não governamentais. Nestes eventos, foram identificados, juntamente com os demais parceiros, caminhos e necessidades de políticas públicas de apoio a iniciativas de combate à pobreza urbana por meio de programas de crédito, assistência técnica e capacitação.Em 1993, a FGEB foi convidada pelo Ministério do Trabalho para, com outros parceiros, desenhar uma política para o setor informal, bem como elaborar diretrizes de operacionalização de programas de micro-crédito (Grupo de Trabalho: Políticas). A partir deste trabalho, pela primeira vez, o Governo Federal decidiu apoiar – de forma significativa – as ações de micro-crédito. Para tanto, foi recomendada a utilização de recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador – FAT - para a promoção e o financiamento de atividades produtivas do setor informal. A partir deste ponto, a FGEB tem sido esporadicamente requisitada a contribuir no desenho das políticas de fomento, das normas legais e, mesmo, em processos de acompanhamento e avaliação dos programas existentes.
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O tema do micro-crédito é trabalhado na FGEB, por meio do Grupo Esquel de Washington, mesmo antes da sua constituição formal, quando já se realizavam atividades relacionadas com o então chamado Setor Informal Urbano – SIU.